"Tive um celular esquecido dentro de um taxi e fui atrás do taxista, pq sabia onde era o ponto que ele ficava.
Ele disse que não estava com meu celular, me xingou, me ameaçou e ainda teve a cara de pau de perguntar se eu quería taxi para voltar de lá para casa !
Eu disse :
- Não entro no seu taxi, nem que o senhor me pague o valor da corrida !
ô raça !"
Estava eu dirigindo pela rua Humaitá, quando, de repente, um táxi, por algum motivo obscuro, vai um pouco para a direita, quase batendo no meu carro. Para avisá-lo de minha existência, como se valesse de alguma coisa, buzino e passo pelo táxi. Um pouco mais adiante, ligo o pisca alerta, avisando que mais à frente viraria para a esquerda. Quando faço a curva, ouço uma buzina de reclamação. Olho pelo retrovisor e quem eu vejo? Sim, o táxi que me fechou. Ficou nervosinho porque eu havia reclamado e, numa atitude infantilóide, ficou atrás de mim para "revidar".
Um site muito interessante, que conheci esta semana e que já está linkado ao lado, é o Eu Odeio Trânsito, com mensagem semelhante a que tento passar aqui.
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Em breve, uma sonora do criador deste blog em uma rádio de Porto Alegre perto de você...
Mais um fã apareceu por aqui. Dessa vez, foi uma fã. Vejam o comentário que ela deixou:
"QUE MAL LHE PERGUNTE VC NÃO TEM NADA MELHOR PARA FAZER? QUAL A SUA PROFISSÃO, ALÉM DE PRECONCEITUOSO. NÃO SOU TAXISTA, MAS, JÁ SOFRI POR PRECONCEITO POR OUTROS MOTIVOS, SERÁ QUE VC É TÃO BOM NO QUE FAZ. ENTÃO MUITO PRAZER PORQUE VC SÓ PODE SER DEUS. EM TODOS AS PROFISSÕES, EM TODOS OS LUGARES E EM TODOS OS PAÍSES EXISTEM PESSOAS BOAS E RUIM QUE FAZEM CERTO E QUE DENIGREM A IMAGEM DOS DEMAIS, OLHE EM SUA PROFISSÃO, NO QUE VC FAZ, SÃO TODOS PERFEITOS? MESMO QUE EXISTA APENAS UM TAXISTA HONESTO VC N
AFINAL DUVIDO QUE VC NUNCA TENHA FEITO UMA BARBEIRAGEM. NADA CONTRA O TEU ÓDIO, CADA UM ODEIA O QUE QUER, MAS NÃO FAZ BEM PARA O FIGADO. AH, DESCULPE O MEU PORTUGUES, MAS É QUE EU COMO OS TAXISTAS E QUASE TODA A HUMANIDADE COM EXCESSÃO DE VC É LÓGICO NÃO SOU PERFEITA. UM ABRAÇO" (Wal)
Novamente, como já expresso nos comentários, agradeço à dona dos postos Wal pela visita. Agora, responderei minuciosamente a cada questão lançada pela simpática leitora.
Eu tenho coisas melhores para fazer, mas prefiro compartilhar com os internautas minhas desventuras. Minha profissão não lhe interessa, visto que é irrelevante para o andamento deste blog. A querida fã me chama de preconceituoso, mas não tenho preconceito. Preconceito é uma idéia preconcebida, ou seja, uma idéia que se tem de algo antes de conhecê-lo. Acontece que eu conheço o modo de dirigir dos taxistas e este ódio que sinto surgiu apenas depois de tal constatação. E desde quando ser preconceituoso é profissão. Você conhece alguém que ganhe dinheiro com isso? Por favor, avise como se faz, pois pode haver pessoas interessadas.
Começo a sentir um pouco de pena de você. Se, quando alguém é bom no que faz, vira um Deus pra você, você deve ser muito frustrada. "EM TODOS OS LUGARES E EM TODOS OS PAÍSES EXISTEM PESSOAS BOAS E RUIM QUE FAZEM CERTO E QUE DENIGREM A IMAGEM DOS DEMAIS". O que seriam "pessoas ruim que fazem certo"? E essas "pessoas ruim que fazem certo" denigrem a imagem dos demais de que maneira?
Já posso ter feito alguma barbeiragem. Mas, na minha profissão, assim como em qualquer profissão, não se pode trabalhar só fazendo barbeiragens, como fazem os taxistas.
Termino esta mensagem dizendo para a dona dos postos WAL, que fique tranqüíla, porque está desculpada pelos erros de português, ainda mais depois de me chamar de perfeito sem ao menos me conhecer. Fico lisonjeado. Obrigado.
Ontem, tive mais um entrevero com taxista.
Estava eu dirigindo pela rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, quando um táxi resolveu ir da pista da direita para a da esquerda sem parar na do meio. Acontece que eu estava na pista da esquerda, o que impossibilitou o taxista de fazer tal manobra, deixando-o irritado. Entrei, então, na rua Conde de Irajá, seguido pelo táxi. Chegando no cruzamento com uma rua pequena cujo nome não recordo, parei para que uma ambulância passasse. Neste momento, o taxista tentou passar na minha frente, só que a rua é estreita e ele, mais uma vez, não consegue. Chegando ao sinal da Conde de Irajá com a São Clemente, o taxista avança o sinal vermelho para poder, finalmente, ficar na minha frente. O sinal abriu e eu segui. A pressa do taxista não justificou o avanço de sinal, já que no sinal seguinte, eu o alcancei.
Eu estava na pista da esquerda e ele, um pouco à frente, estava na pista do meio da São Clemente. Quando me aproximei, ele entrou na minha frente e ficou andando em zigue-zague para impedir que eu o ultrapassasse. Tomado por um ódio maior do que eu já tenho, consegui ultrapassá-lo e, sem pensar, dei-lhe uma fechada inesperada, visto que não havia muito espaço para eu entrar com meu carro na frente do dele, que o fez desistir de me atazanar. Tive que dar uma de taxista para que ele me deixasse em paz.
Taxista atropela três pessoas em blitz na Ilha (notícia tirada do GloboOnLine)
Um motorista de táxi que passou alta velocidade por uma blitz na madrugada de ontem, na Ilha, acabou batendo em dois carros e ferindo três pessoas. Duas das vítimas estavam em carros parados pela polícia e a terceira era um PM em serviço. Um dos veículos foi parar no mar com o impacto.
O acidente ocorreu pouco depois da meia-noite. Os veículos atingidos estavam parados numa blitz do 17 BPM (Ilha do Governador). Ficaram feridos o soldado PM Magno Duarte da Silva, de 27 anos, o motorista do Fiesta, Alexandro Luís Allen Lacolla Montano, e o passageiro do Voyage, Leandro de Castro, de 32 anos, que foram medicados no Hospital Paulino Werneck.
Pequena história para começar o ano.
Duas turistas mineiras chegam ao Rio de Janeiro pela Rodoviária Novo Rio. Sem conhecerem a cidade, resolvem pegar um táxi para chegarem a Copacabana. O taxista, safado e sem vergonha, informa que o preço seria cobrado não pelo taxímetro, mas por quilômetros rodados. Chegando em Copacabana, o taxista contabiliza 25km e cobra R$49,50. Depois de muito pechincharem, as turistas pagam R$30,00 e acham que fizeram um bom negócio.
É por isso que eu digo: EU ODEIO TÁXI!!!
Comentário deixado ontem na primeira postagem deste blog:
Sou Taxista , universitário e não tenho vergonha da minha profissão ,infelismente as pessoas julgam uma classe com mas de 30.000,00 pessoas por atos cometidos pela minoria ,estas pessoas que estão falando isso deveriam olhar para si mesmo e descobrir que " burros ,animais , idiotas ,etc... " são eles proprios que não conseguem ver a propria ingnorância de denegrir , pais de família ,homens trabalhadores que não ficam com viadagem e sim homens de verdade que infrenta tudo dia " agora sim pessoas como vcs totalmente idiotas e não ficamos reclamando como bichinhas .
sem mas delongas
Obrigado
Paulo Roberto
Eu que agradeço, Paulo Roberto, pelos risos que você me proporcionou. Foi um comentário muito divertido. Mas você poderia aprender a escrever. Afinal, apesar de taxista, você é um universitário. Você diz que é uma profissão com MAIS (é assim que se escreve) 30.000 pessoas (por que você escreveu "30.000,00"? existe pessoa fracionada?) . É por isso que o trânsito está este caos. Pra que tanto taxista fazendo barbeiragem na rua? InfeliZmente (é assim que se escreve), meu caro Paulo Roberto, se os taxistas que encontro fazendo bandalhas e desrespeitando todas as leis de trânsito são minoria como você diz, então, mais da metade da população seria taxista, porque são muitos os taxistas que denigrem a própria imagem.
Sem MAIS (é assim que se escreve) delongas,
Baruno, o odiador oficial de táxi
Semana passada, o jornal "O Globo" fez um teste com os taxistas do Rio. Dez celulares foram deixados em dez táxis pelos jornalistas do jornal, para testar a honestidade dos taxistas. O resultado, para quem não leu, foi o seguinte:
-Dos 10 celulares "perdidos", 8 foram devolvidos.
-5 dos 8 taxistas que devolveram cobraram para que os jornalistas tivessem seus celulares de volta
-E a maioria (não me recordo do número exato) fizeram ligações com o aparelho antes de devolver.
Por isso que eu odeio táxi! Um simples ato de devolver um celular vira comércio pra essa gente.